O que esperar do futuro, principalmente, da nossa juventude, quando a autoestima de quem é modelo, de quem é exemplo, em função da sua notória aparição na mídia, é medida pelo volume de corpos estranhos que carrega por dentro da sua própria carne?
Quando o silicone tem mais valor do que a capacidade intelectual ou que a arte que borda um "simples" pano de prato, para mim, não resta nenhuma dúvida porque a prevenção à dependência química, a educação e a geração de oportunidades de trabalho não merecem a devida atenção dos donos do Grande Poder Econômico, e dos políticos e da mídia por eles mantidos: BASTARDOS NÃO REIVINDICAM NADA! Dementes não incomodam!
Saúde e felicidade.
Seja bem-vindo! O Capitalismo teria sérias dificuldades para manter-se, como o conhecemos, com um desemprego abaixo de 5%, isto é, se o desemprego continuar caindo no Brasil. Daí não ser difícil entender o porquê de tantas coisas que até 2002 eram jogadas debaixo do tapete, hoje serem denunciadas.
domingo, 23 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
UMA SOLUÇÃO PARA CESSAR A PERDA DE VIDAS
Quem critica, muitas vezes, é acusado de fazer a crítica pela crítica, sem apontar soluções.
Pois, gostaria de apresentar uma solução bem simples, que demanda apenas vontade, sequer precisa ter boa vontade, basta que haja vontade.
Proponho que os governos dos três níveis - municipais, estaduais e federal - coloquem numa conta qualquer 20% de suas receitas de um ano; que os políticos dos três níveis contentem-se por um ano com no máximo 10 (dez) salários mínimos por mês; que os grandes e megaempresários também coloquem na mesma conta 20% dos seus lucros (grande parte advinda da exploração da mão de obra) de um ano; que os grandes e megaempresários contentem-se por um ano com um pro-labore máximo de 10(dez) salários mínimos mensais; que os médios e grandes sonegadores paguem tudo que sonegaram ao longo das suas vidas e, por fim, que todos os sonegadores, do menor ao maior, parem de se apropriarem dos impostos cobrados dos consumidores e os repassem correta e honestamente ao erário público.
Com este dinheiro será possível tirar todos os brasileiros que vivem em áreas de risco e reassentá-los em locais seguros. Com este dinheiro ainda será possível construir escolas, postos de saúde e hospitais para atender esses brasileiros em seus novos territórios. Também será possível criar, para esses nossos irmãos, oportunidades dignas de trabalho em seus novos locais de convivência. Por fim, este dinheiro dará o amparo necessário que esses seres humanos abnegados necessitam até começarem a receber os frutos do seu trabalho em suas novas e seguras comunidades.
Fora disto: É TUDO UMA GRANDE ENCENAÇÃO E VERGONHA AINDA MAIOR, onde alguns faturam alto com a desgraça de milhares,quiçá, milhões.
Viva o povo explorado e responsável pela geração da riqueza deste imenso Brasil!
Pensem nisto!
Pois, gostaria de apresentar uma solução bem simples, que demanda apenas vontade, sequer precisa ter boa vontade, basta que haja vontade.
Proponho que os governos dos três níveis - municipais, estaduais e federal - coloquem numa conta qualquer 20% de suas receitas de um ano; que os políticos dos três níveis contentem-se por um ano com no máximo 10 (dez) salários mínimos por mês; que os grandes e megaempresários também coloquem na mesma conta 20% dos seus lucros (grande parte advinda da exploração da mão de obra) de um ano; que os grandes e megaempresários contentem-se por um ano com um pro-labore máximo de 10(dez) salários mínimos mensais; que os médios e grandes sonegadores paguem tudo que sonegaram ao longo das suas vidas e, por fim, que todos os sonegadores, do menor ao maior, parem de se apropriarem dos impostos cobrados dos consumidores e os repassem correta e honestamente ao erário público.
Com este dinheiro será possível tirar todos os brasileiros que vivem em áreas de risco e reassentá-los em locais seguros. Com este dinheiro ainda será possível construir escolas, postos de saúde e hospitais para atender esses brasileiros em seus novos territórios. Também será possível criar, para esses nossos irmãos, oportunidades dignas de trabalho em seus novos locais de convivência. Por fim, este dinheiro dará o amparo necessário que esses seres humanos abnegados necessitam até começarem a receber os frutos do seu trabalho em suas novas e seguras comunidades.
Fora disto: É TUDO UMA GRANDE ENCENAÇÃO E VERGONHA AINDA MAIOR, onde alguns faturam alto com a desgraça de milhares,quiçá, milhões.
Viva o povo explorado e responsável pela geração da riqueza deste imenso Brasil!
Pensem nisto!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
ME ENGANA QUE EU GOSTO...
Então tá!
Tome tergiversações.
Os abnegados brasileiríssimos donos dos meios de produção não conseguem produzir os seus produtos na medida das necessidades dos novos consumidores, que foram lançados no mercado graças à geração de empregos acima daquilo que os donos do Grande Poder Econômico - GPE aceitam, para o bem da sua competência, digo, dos seus lucros.
Ontem foi noticiado que a produção não está conseguindo atender a demanda fruto da população que entrou no mercado consumidor. Faltou dizer: por ter emprego tem renda e por isto consegue consumir e os donos do GPE, descontentes, estão querendo sabotar a política de geração de oportunidades de trabalho.
Ora, é só continuarem a empregar mais gente que poderão, sim, produzir para os quase 200 milhões de brasileiros, sem gerarem aumento nos índices inflacionários atuais.
A continuidade na geração de novos empregos acima do que o GPE aceita porém, acabará com a lorota que o Pleno Emprego é utópico e fará que os salários alcancem valores que tornem impossível aos donos das megacorporações manter a renda que atualmente têm. Diga-se, a bem da verdade, renda que vem da exploração da mão de obra e não da competência empresarial como o sistema espoliativo nos diz.
Parece-me que os donos do GPE estão querendo implodir a prática de geração de empregos acima do que lhes convêm e trazer a elevada inflação de volta e, antecipadamente, estão dando a justificativa.
Oxalá o atual Governo Federal, em particular a Presidenta Dilma, tenha a sensatez necessária para manter a política de geração de novas oportunidades de trabalho, de modo que, em curtíssimo prazo, todos os brasileiros possam ter a sua renda vinda do seu labor. Isto, sim, produzirá desenvolvimento e justiça social.
Saúde e felicidade.
Tome tergiversações.
Os abnegados brasileiríssimos donos dos meios de produção não conseguem produzir os seus produtos na medida das necessidades dos novos consumidores, que foram lançados no mercado graças à geração de empregos acima daquilo que os donos do Grande Poder Econômico - GPE aceitam, para o bem da sua competência, digo, dos seus lucros.
Ontem foi noticiado que a produção não está conseguindo atender a demanda fruto da população que entrou no mercado consumidor. Faltou dizer: por ter emprego tem renda e por isto consegue consumir e os donos do GPE, descontentes, estão querendo sabotar a política de geração de oportunidades de trabalho.
Ora, é só continuarem a empregar mais gente que poderão, sim, produzir para os quase 200 milhões de brasileiros, sem gerarem aumento nos índices inflacionários atuais.
A continuidade na geração de novos empregos acima do que o GPE aceita porém, acabará com a lorota que o Pleno Emprego é utópico e fará que os salários alcancem valores que tornem impossível aos donos das megacorporações manter a renda que atualmente têm. Diga-se, a bem da verdade, renda que vem da exploração da mão de obra e não da competência empresarial como o sistema espoliativo nos diz.
Parece-me que os donos do GPE estão querendo implodir a prática de geração de empregos acima do que lhes convêm e trazer a elevada inflação de volta e, antecipadamente, estão dando a justificativa.
Oxalá o atual Governo Federal, em particular a Presidenta Dilma, tenha a sensatez necessária para manter a política de geração de novas oportunidades de trabalho, de modo que, em curtíssimo prazo, todos os brasileiros possam ter a sua renda vinda do seu labor. Isto, sim, produzirá desenvolvimento e justiça social.
Saúde e felicidade.
domingo, 9 de janeiro de 2011
ANALISEM... JULGUEM...
Recentemente menino de 10 anos, desacompanhado dos pais, morreu afogado no mar, em praia gaúcha, defronte à guarita de salva-vidas. Era dia de semana e naquela guarita apenas há salva-vidas em feriados e finais de semana.
Os familiares bradaram duras críticas contra o Poder Público.
Dias depois deste fato, adolescentes, fora do horário dos salva-vidas, banhavam-se em área reconhecidamente perigosa.
Próximo dali salva-vidas estavam a exercitar-se e, vendo que os adolescentes estavam em apuros foram socorrê-los, mesmo sem o necessário equipamento. Em função disto dois salva-vidas quase morreram...todos pararam no hospital.
Os familiares destes adolescentes não foram localizados pela mídia. Teriam ido embora da praia.
Foram-se e sequer lembraram-se de irem ao hospital visitar e agradecer aos heróicos homens que salvaram a vida de seus filhos.
Se os salva-vidas do último caso tivessem sido irresponsáveis como os pais dos dois casos, os familiares do segundo acontecimento não estariam a criticar furiosamente o Poder Público? Clamando por responsabilização dos salva-vidas que, estando sem o necessário equipamento, não socorreram seus adolescentes?
Digamos que, por questão de autopreservação, os salva-vidas tivessem primeiro buscado o seu equipamento para então prestarem a ajuda e, neste meio tempo, os moleques tivessem se afogado, será que os seus familiares não estariam acusando os salva-vidas de excesso de zelo por si próprios em detrimento de temerários que foram banhar-se em local sabidamente perigoso?
E se os salva-vidas tivessem morrido na heróica empreitada?
Quem ampararia suas famílias?
Quem choraria por eles?
Quem seria responsabilizado pela morte deles?
Saúde e felicidade.
Os familiares bradaram duras críticas contra o Poder Público.
Dias depois deste fato, adolescentes, fora do horário dos salva-vidas, banhavam-se em área reconhecidamente perigosa.
Próximo dali salva-vidas estavam a exercitar-se e, vendo que os adolescentes estavam em apuros foram socorrê-los, mesmo sem o necessário equipamento. Em função disto dois salva-vidas quase morreram...todos pararam no hospital.
Os familiares destes adolescentes não foram localizados pela mídia. Teriam ido embora da praia.
Foram-se e sequer lembraram-se de irem ao hospital visitar e agradecer aos heróicos homens que salvaram a vida de seus filhos.
Se os salva-vidas do último caso tivessem sido irresponsáveis como os pais dos dois casos, os familiares do segundo acontecimento não estariam a criticar furiosamente o Poder Público? Clamando por responsabilização dos salva-vidas que, estando sem o necessário equipamento, não socorreram seus adolescentes?
Digamos que, por questão de autopreservação, os salva-vidas tivessem primeiro buscado o seu equipamento para então prestarem a ajuda e, neste meio tempo, os moleques tivessem se afogado, será que os seus familiares não estariam acusando os salva-vidas de excesso de zelo por si próprios em detrimento de temerários que foram banhar-se em local sabidamente perigoso?
E se os salva-vidas tivessem morrido na heróica empreitada?
Quem ampararia suas famílias?
Quem choraria por eles?
Quem seria responsabilizado pela morte deles?
Saúde e felicidade.
domingo, 2 de janeiro de 2011
RECADO DO GPE AOS GOVERNANTES
Em lugar algum, seja em sala de aula, seja na grande mídia, ouvi ou li qualquer professor de economia ou economista falar na possibilidade do PLENO EMPREGO.
Não estou afirmando que ninguém defende a possibilidade do Pleno Emprego. Eu, porém, nunca ouvi algum professor de economia ou economista cogitar dessa viabilidade, pelo contrário, unanimemente, pregam a utopia do Pleno Emprego.
O máximo que eu ouvi de um professor em sala de aula, casualmente não era um professor de economia, foi que para a indústria era mais vantajoso empregar menos gente, produzir menos e cobrar mais caro pelos seus produtos. Esta é a realidade do desenvolvimento que interessa às elites e que elas fazem apresentar aos eleitores.
Os professores de economia, quando instados do porquê da propalada utopia do Pleno Emprego, elencavam inúmeras razões mas, jamais ouvi de um deles, sequer, que as causas eram os interesses dos poderosos.
Apenas no que concerne à riqueza e pobreza ouvi um professor de economia, em programa de tevê, falar que para os pobres poderem melhorar sua situação, os ricos teriam que abrir mão de alguma coisa porém, como estes tinham (e continuam tendo) o poder nas mãos tal era impossível, pois jamais admitiriam perder qualquer coisa.
O atual grupo que está no Poder Central do Brasil criou mecanismos que propiciaram a geração de empregos além daquilo que a classe dominante entende como aceitável. Prova disto é o salário mínimo em torno do qual, historicamente, havia pleitos para que fosse elevado a 100 dólares. Hoje está em torno de 300 dólares. Tal somente foi possível porque houve geração de novos empregos bem acima daquilo que tradicionalmente ocorria. Não foi por benevolência de ninguém.
Durante a recente campanha eleitoral deu para ter uma ideia do quanto a classe dominante economica e politicamente está incomodada com essa situação.
Lembro que, na história recente do Brasil, no primeiro semestre de 1992 houve geração significativa de novos empregos, isso não pode ter continuidade pois o então Presidente Collor pouco depois foi tirado do poder. Havia razões para tanto? Com certeza havia porém, penso viável considerar a hipótese da geração de empregos além do permitido pelo Grande Poder Econômico - GPE como uma das causas, talvez a gota d’água da sua queda...
Em matéria do caderno Dinheiro do jornal Zero Hora de Porto Alegre, do dia 19 último, era enfocado o baixo nível de desemprego na região metropolitana desta cidade. Em dado momento o texto dizia “...está no limiar estatístico do pleno emprego.”
Considerando a linha ideológica deste jornal, como de resto de toda grande mídia, não me parece difícil ver neste texto uma espécie de recado dos donos do GPE, a classe economica e politicamente dominante, ao futuro (atual) Governo.
O que isto pode significar?
Temo que, caso o Governo Federal insista em mecanismos que facultam a criação de novos empregos, contrariando aos interesses dos poderosos, estes poderão colocar alguma pedrinha no caminho da atual Presidenta, a exemplo do que foi feito em 2005 quando havia na grande mídia propaganda do Governo Federal que incitava a população à educação e ao respeito uns com os outros. Foi, entre outros, este um dos motivos da veiculação e todos os desdobramentos do caso Mensalão, haja vista que, tão-logo aquela peça publicitária foi tirada do ar, a CPI do Mensalão e todo alarido da oposição acabaram. Viraram pizza!
Tomara que a Presidenta Dilma tenha a coragem e a determinação necessárias para, continuadamente, criar cada vez mais novas oportunidades de trabalho, pois este é o único caminho que levará de modo consistente ao desenvolvimento de toda população do nosso país (como de qualquer país) e, por conseguinte, ao desenvolvimento do país.
Saúde e felicidade.
Não estou afirmando que ninguém defende a possibilidade do Pleno Emprego. Eu, porém, nunca ouvi algum professor de economia ou economista cogitar dessa viabilidade, pelo contrário, unanimemente, pregam a utopia do Pleno Emprego.
O máximo que eu ouvi de um professor em sala de aula, casualmente não era um professor de economia, foi que para a indústria era mais vantajoso empregar menos gente, produzir menos e cobrar mais caro pelos seus produtos. Esta é a realidade do desenvolvimento que interessa às elites e que elas fazem apresentar aos eleitores.
Os professores de economia, quando instados do porquê da propalada utopia do Pleno Emprego, elencavam inúmeras razões mas, jamais ouvi de um deles, sequer, que as causas eram os interesses dos poderosos.
Apenas no que concerne à riqueza e pobreza ouvi um professor de economia, em programa de tevê, falar que para os pobres poderem melhorar sua situação, os ricos teriam que abrir mão de alguma coisa porém, como estes tinham (e continuam tendo) o poder nas mãos tal era impossível, pois jamais admitiriam perder qualquer coisa.
O atual grupo que está no Poder Central do Brasil criou mecanismos que propiciaram a geração de empregos além daquilo que a classe dominante entende como aceitável. Prova disto é o salário mínimo em torno do qual, historicamente, havia pleitos para que fosse elevado a 100 dólares. Hoje está em torno de 300 dólares. Tal somente foi possível porque houve geração de novos empregos bem acima daquilo que tradicionalmente ocorria. Não foi por benevolência de ninguém.
Durante a recente campanha eleitoral deu para ter uma ideia do quanto a classe dominante economica e politicamente está incomodada com essa situação.
Lembro que, na história recente do Brasil, no primeiro semestre de 1992 houve geração significativa de novos empregos, isso não pode ter continuidade pois o então Presidente Collor pouco depois foi tirado do poder. Havia razões para tanto? Com certeza havia porém, penso viável considerar a hipótese da geração de empregos além do permitido pelo Grande Poder Econômico - GPE como uma das causas, talvez a gota d’água da sua queda...
Em matéria do caderno Dinheiro do jornal Zero Hora de Porto Alegre, do dia 19 último, era enfocado o baixo nível de desemprego na região metropolitana desta cidade. Em dado momento o texto dizia “...está no limiar estatístico do pleno emprego.”
Considerando a linha ideológica deste jornal, como de resto de toda grande mídia, não me parece difícil ver neste texto uma espécie de recado dos donos do GPE, a classe economica e politicamente dominante, ao futuro (atual) Governo.
O que isto pode significar?
Temo que, caso o Governo Federal insista em mecanismos que facultam a criação de novos empregos, contrariando aos interesses dos poderosos, estes poderão colocar alguma pedrinha no caminho da atual Presidenta, a exemplo do que foi feito em 2005 quando havia na grande mídia propaganda do Governo Federal que incitava a população à educação e ao respeito uns com os outros. Foi, entre outros, este um dos motivos da veiculação e todos os desdobramentos do caso Mensalão, haja vista que, tão-logo aquela peça publicitária foi tirada do ar, a CPI do Mensalão e todo alarido da oposição acabaram. Viraram pizza!
Tomara que a Presidenta Dilma tenha a coragem e a determinação necessárias para, continuadamente, criar cada vez mais novas oportunidades de trabalho, pois este é o único caminho que levará de modo consistente ao desenvolvimento de toda população do nosso país (como de qualquer país) e, por conseguinte, ao desenvolvimento do país.
Saúde e felicidade.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
Há pelo menos uns 45 anos que tenho lembrança de ouvir votos de feliz Natal e próspero Ano Novo. Mas, caramba, se todos os anos tais desejos se repetem, parece-me, que seus efeitos são precários.
Não é demais lembrar que tais datas são de extremo sofrimento para muitas pessoas.
O que vou partilhar com vocês, resumidamente, é a coluna do professor Marioly Oze Mendes, do jornal Diário Gaúcho de Porto Alegre do dia 23/12/10:
- Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos.
Desejo que, em 2011, ames muito mais. A morte do ser humano ocorre quando ele deixa de amar. Quem ama nunca espera por grandes momentos para demonstrar sua ternura. Não há caminho para a felicidade, ela é o caminho. Viva cada momento e construa sua felicidade. Conscientize-se que o mais feliz é aquele que faz os outros felizes. Desejo que tenhas muito mais paz de espírito, esta vem de fato de dentro de nós.
Desejo que tenhas muito mais saúde. Nosso maior erro é sacrificarmos nossa saúde por qualquer outro benefício. O segredo da saúde está em viver com sabedoria o presente.
Desejo que tenhas muito mais dinheiro. Nunca deixe de questionar: o que o dinheiro faz por nós compensa o que fazemos por ele?
Desejo que tenhas muito mais esperança. A vida não é sempre como desejamos, mas não é por isto que devemos perder a esperança nos nossos sonhos. Desejo que sejas muito mais solidário. A solidariedade é contagiosa. Contagie e se deixe contagiar, há diversas pessoas precisando da tua palavra e ação.
Desejo que tenhas muito mais amigos. A melhor parte da nossa vida está nas nossas verdadeiras amizades.
Em 2011 vais ser diferente, melhor? Vais fazer a diferença? Tenha certeza, o tempo faz tudo valer a pena e nem os próprios erros são desperdícios. Em 2011, cada um terá nova chance para acertar. Desejo-lhe felizes atitudes novas.
Assim como o professor Marioly, eu também desejo a todos FELIZES ATITUDES NOVAS.
JPMetz
Não é demais lembrar que tais datas são de extremo sofrimento para muitas pessoas.
O que vou partilhar com vocês, resumidamente, é a coluna do professor Marioly Oze Mendes, do jornal Diário Gaúcho de Porto Alegre do dia 23/12/10:
- Nenhum ano será realmente novo se continuarmos a cometer os mesmos erros dos anos velhos.
Desejo que, em 2011, ames muito mais. A morte do ser humano ocorre quando ele deixa de amar. Quem ama nunca espera por grandes momentos para demonstrar sua ternura. Não há caminho para a felicidade, ela é o caminho. Viva cada momento e construa sua felicidade. Conscientize-se que o mais feliz é aquele que faz os outros felizes. Desejo que tenhas muito mais paz de espírito, esta vem de fato de dentro de nós.
Desejo que tenhas muito mais saúde. Nosso maior erro é sacrificarmos nossa saúde por qualquer outro benefício. O segredo da saúde está em viver com sabedoria o presente.
Desejo que tenhas muito mais dinheiro. Nunca deixe de questionar: o que o dinheiro faz por nós compensa o que fazemos por ele?
Desejo que tenhas muito mais esperança. A vida não é sempre como desejamos, mas não é por isto que devemos perder a esperança nos nossos sonhos. Desejo que sejas muito mais solidário. A solidariedade é contagiosa. Contagie e se deixe contagiar, há diversas pessoas precisando da tua palavra e ação.
Desejo que tenhas muito mais amigos. A melhor parte da nossa vida está nas nossas verdadeiras amizades.
Em 2011 vais ser diferente, melhor? Vais fazer a diferença? Tenha certeza, o tempo faz tudo valer a pena e nem os próprios erros são desperdícios. Em 2011, cada um terá nova chance para acertar. Desejo-lhe felizes atitudes novas.
Assim como o professor Marioly, eu também desejo a todos FELIZES ATITUDES NOVAS.
JPMetz
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
GRANDE, TUDO GRANDE. MUITO GRANDE!
Vivemos numa sociedade em que o Grande é bacana, sinal de progresso, de capacidade indiscutível; é chique e moderno!
Grandes cidades
Grandes indústrias
Grandes hospitais
Grandes colégios
Grandes lojas
Grandes empreiteiras
Grandes bancos
Grandes laboratórios
Grandes clínicas
Grandes espetáculos
Grande concentração e acumulação de renda.
Por trás disto está:
Grande sede de poder [(econômico) e (corrupção)]
Grande sede de luxo e ostentação
Grande desejo de ser o melhor
Grande desejo de ser moderno.
Estamos num mundo em que se consideram as pessoas pela riqueza, pela fortuna acumulada. Nem ligamos como isso aconteceu, afinal, a riqueza obtida justifica os meios utilizados e cala as pessoas. O resultado não poderia ser outro:
GRANDE MISÉRIA HUMANA.
Por traz disso, como resultado e como causa a realimentar a engrenagem, temos:
Grande desigualdade e discriminação
Grande exclusão
Grande desemprego e desalento
Grande violência e criminalidade
Grande insegurança
Grande desespero e ansiedade e depressão
Grande consumo de drogas, principalmente, álcool
Grande e progressiva insanidade geral da humanidade.
E, para encerrar com chaves de ouro:
Grande impunidade (para os ricos) e
Grandes presídios (para os pobres).
Saúde e felicidade.
Grandes cidades
Grandes indústrias
Grandes hospitais
Grandes colégios
Grandes lojas
Grandes empreiteiras
Grandes bancos
Grandes laboratórios
Grandes clínicas
Grandes espetáculos
Grande concentração e acumulação de renda.
Por trás disto está:
Grande sede de poder [(econômico) e (corrupção)]
Grande sede de luxo e ostentação
Grande desejo de ser o melhor
Grande desejo de ser moderno.
Estamos num mundo em que se consideram as pessoas pela riqueza, pela fortuna acumulada. Nem ligamos como isso aconteceu, afinal, a riqueza obtida justifica os meios utilizados e cala as pessoas. O resultado não poderia ser outro:
GRANDE MISÉRIA HUMANA.
Por traz disso, como resultado e como causa a realimentar a engrenagem, temos:
Grande desigualdade e discriminação
Grande exclusão
Grande desemprego e desalento
Grande violência e criminalidade
Grande insegurança
Grande desespero e ansiedade e depressão
Grande consumo de drogas, principalmente, álcool
Grande e progressiva insanidade geral da humanidade.
E, para encerrar com chaves de ouro:
Grande impunidade (para os ricos) e
Grandes presídios (para os pobres).
Saúde e felicidade.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
SEMEANDO DIVERGÊNCIAS
O ser humano, como regra, é movido a motivações e interesses. É algo natural e perfeitamente compreensível e aceitável.
Não podemos, no entanto, ignorar o conjunto de interesses antagônicos, estimulados ou não, e as manipulações feitas, normalmente pelos poderosos, para impor determinada condição que beneficiará os seus interesses.
No Brasil, em particular, quando as grandes empresas, especialmente, as multinacionais, começaram a se instalar ao redor das cidades, foi veiculada farta propaganda estimulando o êxodo rural, isto é, a ida dos colonos (pequenos e, normalmente, sem perspectivas no campo) para as cidades.
Fácil de entender: tais corporações precisavam de mão de obra. Ela já existia de sobra nas cidades. Mas, era necessária fartura de mão de obra, só assim haveria grande excedente. Grande excedente de qualquer mercadoria, inevitavelmente, reduz significativamente seu preço. Com a mão de obra não é diferente. Grande excedente de mão de obra é igual a grande desemprego, o que resulta em baixíssimos salários.
À época era comum ouvir-se colonos dizendo que era melhor um salário-mínimo na cidade do que uma safra duvidosa.
Esta é uma das grandes ou a principal causa do rápido crescimento das favelas nos últimos 50 anos no Brasil.
Bem, essa manipulação visava pagar salários vis, com o claro propósito de concentrar e acumular riqueza nas mãos de pouquíssimos, os mesmos de sempre: os donos do Grande Poder Econômico – GPE.
Esses que manipulam a sociedade toda e impõem, via poder público (políticos e altos funcionários públicos), a sua ideologia, os seus interesses, com leis que lhes são favoráveis e que condenam a população, em geral e sem influências, à mera subserviência.
Hoje é voz corrente que o Brasil precisa investir pesado em educação.
Não discordo disto, como regra geral, porém, não posso deixar de lembrar que neste novo lema está embutida a seguinte ideologia: jogar a culpa do desemprego, dos baixos salários e da miséria nos próprios desempregados, nos assalariados e nos excluídos do mercado. Só assim a verdadeira razão do desemprego e, consequentes, baixos salários e da miséria não vem à tona.
Há muito tempo que eu venho repetindo: caso todas as pessoas fossem PhD em tudo, ainda assim, teríamos, aproximadamente, o mesmo nível de desemprego existente nos tempos modernos no Brasil e no mundo.
A razão é muito simples: o GPE não pode prescindir do desemprego para manter a sua sanha de poder econômico e consequente acumulação de riqueza.
Como desejar que numa estrutura, num sistema assim, as pessoas comuns, fora do GPE, possam ter motivação e interesse suficientes para estudarem e se qualificarem conforme o novo lema recomenda?
Por traz dessa ausência de perspectivas temos os dados que as diferentes pesquisas revelam, como o crescente consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens, inclusive entre os estudantes, que cada vez mais cedo se tornam consumidores desta droga, e a violência, também crescente.
Por traz dessa ausência de perspectivas temos, cada vez mais, jovens, inclusive com formação universitária, envolvidos com crimes, seja de discriminação, tráfico de drogas, assaltos, etc.
O que o mundo e o Brasil precisam, realmente, é a criação de mecanismos que propiciem a todos o sagrado direito à oportunidade de trabalho, não necessariamente como empregado de outrem.
Por que isto não é feito?
Pela subserviência a que o poder público (legislativo, executivo e judiciário) é submetido pelo GPE.
Como isto não pode ser declarado, não pode aparecer, o caminho é semear a divergência, de todas as formas, entre as pessoas sem influências, utilizando todos os formadores de opinião (mídia, escolas, igrejas), para que a situação vigente e inteiramente favorável aos donos do GPE, se mantenha inalterada.
Saúde e felicidade.
Não podemos, no entanto, ignorar o conjunto de interesses antagônicos, estimulados ou não, e as manipulações feitas, normalmente pelos poderosos, para impor determinada condição que beneficiará os seus interesses.
No Brasil, em particular, quando as grandes empresas, especialmente, as multinacionais, começaram a se instalar ao redor das cidades, foi veiculada farta propaganda estimulando o êxodo rural, isto é, a ida dos colonos (pequenos e, normalmente, sem perspectivas no campo) para as cidades.
Fácil de entender: tais corporações precisavam de mão de obra. Ela já existia de sobra nas cidades. Mas, era necessária fartura de mão de obra, só assim haveria grande excedente. Grande excedente de qualquer mercadoria, inevitavelmente, reduz significativamente seu preço. Com a mão de obra não é diferente. Grande excedente de mão de obra é igual a grande desemprego, o que resulta em baixíssimos salários.
À época era comum ouvir-se colonos dizendo que era melhor um salário-mínimo na cidade do que uma safra duvidosa.
Esta é uma das grandes ou a principal causa do rápido crescimento das favelas nos últimos 50 anos no Brasil.
Bem, essa manipulação visava pagar salários vis, com o claro propósito de concentrar e acumular riqueza nas mãos de pouquíssimos, os mesmos de sempre: os donos do Grande Poder Econômico – GPE.
Esses que manipulam a sociedade toda e impõem, via poder público (políticos e altos funcionários públicos), a sua ideologia, os seus interesses, com leis que lhes são favoráveis e que condenam a população, em geral e sem influências, à mera subserviência.
Hoje é voz corrente que o Brasil precisa investir pesado em educação.
Não discordo disto, como regra geral, porém, não posso deixar de lembrar que neste novo lema está embutida a seguinte ideologia: jogar a culpa do desemprego, dos baixos salários e da miséria nos próprios desempregados, nos assalariados e nos excluídos do mercado. Só assim a verdadeira razão do desemprego e, consequentes, baixos salários e da miséria não vem à tona.
Há muito tempo que eu venho repetindo: caso todas as pessoas fossem PhD em tudo, ainda assim, teríamos, aproximadamente, o mesmo nível de desemprego existente nos tempos modernos no Brasil e no mundo.
A razão é muito simples: o GPE não pode prescindir do desemprego para manter a sua sanha de poder econômico e consequente acumulação de riqueza.
Como desejar que numa estrutura, num sistema assim, as pessoas comuns, fora do GPE, possam ter motivação e interesse suficientes para estudarem e se qualificarem conforme o novo lema recomenda?
Por traz dessa ausência de perspectivas temos os dados que as diferentes pesquisas revelam, como o crescente consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens, inclusive entre os estudantes, que cada vez mais cedo se tornam consumidores desta droga, e a violência, também crescente.
Por traz dessa ausência de perspectivas temos, cada vez mais, jovens, inclusive com formação universitária, envolvidos com crimes, seja de discriminação, tráfico de drogas, assaltos, etc.
O que o mundo e o Brasil precisam, realmente, é a criação de mecanismos que propiciem a todos o sagrado direito à oportunidade de trabalho, não necessariamente como empregado de outrem.
Por que isto não é feito?
Pela subserviência a que o poder público (legislativo, executivo e judiciário) é submetido pelo GPE.
Como isto não pode ser declarado, não pode aparecer, o caminho é semear a divergência, de todas as formas, entre as pessoas sem influências, utilizando todos os formadores de opinião (mídia, escolas, igrejas), para que a situação vigente e inteiramente favorável aos donos do GPE, se mantenha inalterada.
Saúde e felicidade.
sábado, 6 de novembro de 2010
OS VERDADEIROS BENEFICIADOS DO ASSISTENCIALISMO
Quem foram e quem são os grandes beneficiados de programas governamentais como tíquete-leite, vale-transporte, vale-gás e bolsa-família?
Imaginemos o que aconteceria se as pessoas adultas que integram as mais de doze milhões de famílias de brasileiros, atualmente dependentes do programa bolsa-família, tivessem um emprego digno, que lhes desse um sustento razoável... Por certo elas não passariam vergonha e horas em filas diversas para pegarem uma merrequinha mensalmente.
É fácil, pois, deduzir que vão atrás deste auxílio esmolar por absoluta necessidade, por total dependência.
Alguém poderá dizer que quanto maior a necessidade maior será o benefício advindo com qualquer ajuda.
Para efeito de raciocínio aceitamos esta premissa.
Porém, se todas as pessoas tivessem o sagrado direito à oportunidade de trabalhar, qual seria o valor do salário-mínimo?
Melhor,teríamos salário-mínimo estipulado em lei?
Como temos falado ao longo deste livro, uma vez mais, socorremo-nos da lei da oferta e procura para dizer: se todos tivessem oportunidade de trabalhar, os salários em geral seriam muito mais elevados. Salário-mínimo, o que é isso?
Numa situação como esta não é de duvidar que os políticos, para o bem comum dos amigos da Coroa, estabelecessem legalmente um salário-máximo para o trabalhador, evitando, assim, a queda do nível perdulário de consumo dos amigos e da própria Coroa.
Porém, pela lei da oferta e procura, sem manipulações e nem intervenções do governo, com toda a certeza, certeza absoluta, o salário-mínimo, bem como os demais salários, teriam um valor proporcionalmente muito maior se todos quantos são alcançados com o bolsa-família tivessem o sagrado direito à oportunidade de trabalhar.
Pagando salários dignos os ganhos dos magnatas e dos ricos seriam reduzidos a um bom salário da economia moderna e neoliberal. Assim, embora a mídia e os governos se empenhem em dizer que o Estado e o empresariado fazem de tudo para gerar milhões de novos empregos, os grandes beneficiados de programas como o bolsa-família, sem nenhuma sombra de dúvida, são os grandes empresários, que continuam a pagar subsalários e mantendo o seu ganho extraordinário com o suor dos trabalhadores.
Não é difícil imaginarmos o que aconteceria com o iate “Pelorus” do magnata Roman Abramovich e de tantos outros brinquedinhos luxuosos que eles têm para desfrutar e ostentar poder, se todos os seres humanos em condições de trabalhar, tivessem oportunidade de exercer alguma atividade produtiva, seja como empregados ou tendo o direito de ter o seu próprio negócio.
Nós não temos nenhuma dúvida que os magnatas e os ricos são os grandes beneficiados do bolsa-família e de outros tantos programas assistencialistas que o erário público já sustentou e sustenta atualmente.
O programa bolsa-família ao manter resignados milhões de excluídos beneficia os magnatas. Da mesma forma as exportações que dão generosos ganhos aos caciques do sistema espoliativo universal não garantem empregos para todos, mas geram muita falsa esperança, grande desigualdade e imensa infelicidade.
(texto retirado do meu livro "A Nova Cara da Escravidão: moderna e neoliberal")
Saúde e felicidade.
Imaginemos o que aconteceria se as pessoas adultas que integram as mais de doze milhões de famílias de brasileiros, atualmente dependentes do programa bolsa-família, tivessem um emprego digno, que lhes desse um sustento razoável... Por certo elas não passariam vergonha e horas em filas diversas para pegarem uma merrequinha mensalmente.
É fácil, pois, deduzir que vão atrás deste auxílio esmolar por absoluta necessidade, por total dependência.
Alguém poderá dizer que quanto maior a necessidade maior será o benefício advindo com qualquer ajuda.
Para efeito de raciocínio aceitamos esta premissa.
Porém, se todas as pessoas tivessem o sagrado direito à oportunidade de trabalhar, qual seria o valor do salário-mínimo?
Melhor,teríamos salário-mínimo estipulado em lei?
Como temos falado ao longo deste livro, uma vez mais, socorremo-nos da lei da oferta e procura para dizer: se todos tivessem oportunidade de trabalhar, os salários em geral seriam muito mais elevados. Salário-mínimo, o que é isso?
Numa situação como esta não é de duvidar que os políticos, para o bem comum dos amigos da Coroa, estabelecessem legalmente um salário-máximo para o trabalhador, evitando, assim, a queda do nível perdulário de consumo dos amigos e da própria Coroa.
Porém, pela lei da oferta e procura, sem manipulações e nem intervenções do governo, com toda a certeza, certeza absoluta, o salário-mínimo, bem como os demais salários, teriam um valor proporcionalmente muito maior se todos quantos são alcançados com o bolsa-família tivessem o sagrado direito à oportunidade de trabalhar.
Pagando salários dignos os ganhos dos magnatas e dos ricos seriam reduzidos a um bom salário da economia moderna e neoliberal. Assim, embora a mídia e os governos se empenhem em dizer que o Estado e o empresariado fazem de tudo para gerar milhões de novos empregos, os grandes beneficiados de programas como o bolsa-família, sem nenhuma sombra de dúvida, são os grandes empresários, que continuam a pagar subsalários e mantendo o seu ganho extraordinário com o suor dos trabalhadores.
Não é difícil imaginarmos o que aconteceria com o iate “Pelorus” do magnata Roman Abramovich e de tantos outros brinquedinhos luxuosos que eles têm para desfrutar e ostentar poder, se todos os seres humanos em condições de trabalhar, tivessem oportunidade de exercer alguma atividade produtiva, seja como empregados ou tendo o direito de ter o seu próprio negócio.
Nós não temos nenhuma dúvida que os magnatas e os ricos são os grandes beneficiados do bolsa-família e de outros tantos programas assistencialistas que o erário público já sustentou e sustenta atualmente.
O programa bolsa-família ao manter resignados milhões de excluídos beneficia os magnatas. Da mesma forma as exportações que dão generosos ganhos aos caciques do sistema espoliativo universal não garantem empregos para todos, mas geram muita falsa esperança, grande desigualdade e imensa infelicidade.
(texto retirado do meu livro "A Nova Cara da Escravidão: moderna e neoliberal")
Saúde e felicidade.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A PRIORIDADE DAS PRIORIDADES
É inquestionável que o ser humano desocupado, ainda que tenha as condições necessárias para a sua manutenção de modo digno, acaba buscando o que fazer.
O ser humano desocupado que não tem sequer o essencial para a sua subsistência, por óbvio, fará alguma coisa para não morrer à mingua. Assim, se ninguém lhe der trabalho, buscará os meios de sobrevivência através do roubo, do crime.
Logo, de nada adiantará a sociedade exigir e os governos construirem presídios que atendam toda a demanda, se mantivermos os mecanismos de estratificação da sociedade, onde, para que alguns pouquíssimos possam viver com todo luxo e requinte, muitos precisam ser excluídos, prioritariamente, do mercado de trabalho. O que os jogará no ócio e daí na criminalidade, como até mesmo autoridades policias, frequentemente, reconhecem e declaram nos meios de comunicação.
Por defender há muito tempo, inclusive tendo editado um livro a respeito, a necessidade premente de que os governos criem mecanismos para permitir a todos o sagrado direito ao trabalho, eu não poderia ter me omitido na recente eleição, pois, embora o governo Lula não tenha criado os 12 milhões de novos empregos prometidos na campanha de 2002, criou, nos dois mandatos oportunidades de trabalho como poucas vezes registrado na história brasileira.
Espero que a continuidade do atual grupo político no Governo Federal represente, efetivamente, a continuidade da política de geração de empregos acima do número de pessoas (jovens) que rotineiramente entram no mercado de trabalho, de modo a, progressivamente, também dar trabalho àqueles que estão desempregados/desocupados. Seja através da geração de novos empregos ou através da concessão de financiamentos a baixíssimo custo e orientações e acompanhamento adequados para que as pessoas que desejarem montar seu próprio negócio tenham o amparo e o apoio que, historicamente, as minorias influentes tiveram. Condições que transformaram estas minorias em pessoas ricas e sobejamente influentes, especialmente, na esfera político-jurídica.
Saúde e feliciade.
O ser humano desocupado que não tem sequer o essencial para a sua subsistência, por óbvio, fará alguma coisa para não morrer à mingua. Assim, se ninguém lhe der trabalho, buscará os meios de sobrevivência através do roubo, do crime.
Logo, de nada adiantará a sociedade exigir e os governos construirem presídios que atendam toda a demanda, se mantivermos os mecanismos de estratificação da sociedade, onde, para que alguns pouquíssimos possam viver com todo luxo e requinte, muitos precisam ser excluídos, prioritariamente, do mercado de trabalho. O que os jogará no ócio e daí na criminalidade, como até mesmo autoridades policias, frequentemente, reconhecem e declaram nos meios de comunicação.
Por defender há muito tempo, inclusive tendo editado um livro a respeito, a necessidade premente de que os governos criem mecanismos para permitir a todos o sagrado direito ao trabalho, eu não poderia ter me omitido na recente eleição, pois, embora o governo Lula não tenha criado os 12 milhões de novos empregos prometidos na campanha de 2002, criou, nos dois mandatos oportunidades de trabalho como poucas vezes registrado na história brasileira.
Espero que a continuidade do atual grupo político no Governo Federal represente, efetivamente, a continuidade da política de geração de empregos acima do número de pessoas (jovens) que rotineiramente entram no mercado de trabalho, de modo a, progressivamente, também dar trabalho àqueles que estão desempregados/desocupados. Seja através da geração de novos empregos ou através da concessão de financiamentos a baixíssimo custo e orientações e acompanhamento adequados para que as pessoas que desejarem montar seu próprio negócio tenham o amparo e o apoio que, historicamente, as minorias influentes tiveram. Condições que transformaram estas minorias em pessoas ricas e sobejamente influentes, especialmente, na esfera político-jurídica.
Saúde e feliciade.
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