A mídia sempre nos coloca como culpados pela zorra que predomina em todos os governos. Afinal, em épocas eleitorais, repete à exaustão que os eleitores devem escolher os melhores candidatos.
Que os eleitores colocassem no poder apenas políticos como, p. ex., a Madre Teresa de Calcutá. O que aconteceria? Ou estes políticos seriam cooptados ou depostos, pois o sistema político-econômico não foi feito para pessoas honestas mas, sim, para quem estiver disposto a fazer o jogo que interessa aos donos do Grande Poder Econômico.
Bem, para quem estiver disposto a votar no melhor, entendendo como tal, o não comprometido ou o menos comprometido, eu aconselho o seguinte: PESQUISE QUEM É O PATROCINADOR OU QUEM SÃO OS PATROCINADORES DO SEU CANDIDATO. Feito isto, PESQUISE A ORIGEM PRIMÁRIA DO DINHEIRO ALCANÇADO AO SEU CANDIDATO PARA QUE ESTE FAÇA SUA CAMPANHA.
Como regra geral, pelo menos, toda grande corrupção tem origem nos patrocínios das campanhas eleitorais.
Saúde e felicidade.
Seja bem-vindo! O Capitalismo teria sérias dificuldades para manter-se, como o conhecemos, com um desemprego abaixo de 5%, isto é, se o desemprego continuar caindo no Brasil. Daí não ser difícil entender o porquê de tantas coisas que até 2002 eram jogadas debaixo do tapete, hoje serem denunciadas.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Lavagem cerebral, ingenuidade ou cobra mandada?
Fico a escutar aqui e ali, leio aqui e ali, pessoas atribuindo situações como a chamada democracia e a estabilidade econômica do Brasil a esta ou aquela pessoa, a este ou aquele grupo de pessoas, como partidos políticos, os caras-pintadas, ou o povo.
Reflitamos:
Após a 2ª guerra mundial e os seus desdobramentos, a América do Sul foi permeada de golpes de estado, de ditaduras militares (o correto seria cívico-militares).
A partir dos anos 60 a inflação nestes países passou a galgar índices cada vez mais elevados. Chegando na Argentina e no Brasil, p.ex., à hiperinflação.
A partir dos anos 80, as ditaduras, gradativamente, foram sendo extintas.
A partir dos anos 90, as elevadas inflações, gradativamente, foram sendo extintas.
Nas duas situações a mídia que é patrocinada pelo Grande Poder Econômico - GPE, passa a falar, sistemática e rotineiramente, em estabilidade política e econômica, além de globalização.
A par disso, a programação das tevês, paulatinamente, vai se tornando mais violenta.
O GPE através da mídia, diariamente pratica a mais abjeta lavagem cerebral, com informações distorcidas, notícias plantadas, enfim, com mentiras. Isto faz que seja cada vez menor o número de pessoas que consegue enxergar algo próximo da realidade, pessoas que conseguem ver os acontecimentos com o mínimo dessa influência, propositadamente, deletéria.
A quem for possível e, logicamente, tiver interesse em pensar em algo diferente daquilo que o GPE nos conta, eu lanço a seguinte pergunta:
- Não é possível, ao menos, cogitarmos a existência de alguém ou um grupo de pessoas com maior poder de mando que determina o que deve ser feito, se não em todo mundo, pelo menos num subcontinente, quando num curto período em diferentes países, com diferentes seguimentos ideológicos e interesses, trocam-se regimes totalitários pelas chamadas democracias e hiperinflações por estabilidade econômica? Sem contar outras semelhanças.
Saúde e felicidade.
Reflitamos:
Após a 2ª guerra mundial e os seus desdobramentos, a América do Sul foi permeada de golpes de estado, de ditaduras militares (o correto seria cívico-militares).
A partir dos anos 60 a inflação nestes países passou a galgar índices cada vez mais elevados. Chegando na Argentina e no Brasil, p.ex., à hiperinflação.
A partir dos anos 80, as ditaduras, gradativamente, foram sendo extintas.
A partir dos anos 90, as elevadas inflações, gradativamente, foram sendo extintas.
Nas duas situações a mídia que é patrocinada pelo Grande Poder Econômico - GPE, passa a falar, sistemática e rotineiramente, em estabilidade política e econômica, além de globalização.
A par disso, a programação das tevês, paulatinamente, vai se tornando mais violenta.
O GPE através da mídia, diariamente pratica a mais abjeta lavagem cerebral, com informações distorcidas, notícias plantadas, enfim, com mentiras. Isto faz que seja cada vez menor o número de pessoas que consegue enxergar algo próximo da realidade, pessoas que conseguem ver os acontecimentos com o mínimo dessa influência, propositadamente, deletéria.
A quem for possível e, logicamente, tiver interesse em pensar em algo diferente daquilo que o GPE nos conta, eu lanço a seguinte pergunta:
- Não é possível, ao menos, cogitarmos a existência de alguém ou um grupo de pessoas com maior poder de mando que determina o que deve ser feito, se não em todo mundo, pelo menos num subcontinente, quando num curto período em diferentes países, com diferentes seguimentos ideológicos e interesses, trocam-se regimes totalitários pelas chamadas democracias e hiperinflações por estabilidade econômica? Sem contar outras semelhanças.
Saúde e felicidade.
sábado, 4 de setembro de 2010
POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA...
Não sou radical no que concerne a minha alimentação, todavia, por algumas casualidades acabei abolindo e reduzindo do meu consumo algumas substâncias... o resultado foi muito interessante. O trono, por exemplo, não é mais escritório, quando muito, caixa, aonde chego, pago e vou embora.
NÃO COSTUMO sugerir ou recomendar aquilo que eu não experimentei... pegando pelo outro lado... vou aproveitar este espaço para relatar minha EXPERIÊNCIA PRÓPRIA.
Eliminei o álcool, nem aquele vinho para o coração, nesta nem entrei porque ouvi da boca de um médico(Paulo Argolo) a seguinte frase: por que eu tenho que beber álcool para ter os benefícios que se encontram na uva?
Reduzi drasticamente a gordura. Sem manteiga, sem margarina, sem gordura para preparar carne, sem gordura em biscoitos, bolos, cuca e pães.
Reduzi enormemente o açúcar, hoje, talvez eu consuma 750 gramas por mês.
Reduzi ainda mais o sal, que já havia reduzido há mais de 20 anos, hoje, se muito, consumo 125 gramas por mês.
Eliminei todos aqueles vegetais em cuja produção há emprego generoso de VENENOS (agrotóxicos), como p. ex., o tomate.
Embora a maior parcela de nutrientes esteja nas cascas dos vegetais, lá também se concentram as maiores doses de venenos. Assim, tiro, generosamente, todas as cascas de todos os vegetais cuja procedência eu desconheça, bem como daqueles de origem conhecida onde são empregados agrotóxicos.
Tendo a possibilidade de plantar e colher alguma coisa, como maçã, p.ex., destas aproveito as cascas.
Reduzi a níveis próximos de zero o consumo de carne vermelha. Esta leva de 2 a 3 dias para ser digerida no nosso interior. APODRECE antes de ser eliminada.
SUGESTÃO de São Tomé, ver para crer:
Comigo aconteceu depois de mais de um ano comendo apenas carne branca. Contudo, creio, que seja possível, com menos tempo, perceber uma diferença enorme na nossa popular barriga.
Após NÃO CONSUMIR CARNE VERMELHA por mais de um ano, comi durante dois ou três dias seguidos APENAS CARNE VERMELHA. A diferença foi gritante! Minha barriga ficou estufada e pesada. Ao voltar à carne branca, o alívio foi imediato.
Sugiro, pois, que experimentem por algum tempo, um ou dois meses sem carne vermelha e após 2 ou 3 dias apenas carne vermelha, aí retirem-na novamente. Se não sentirem diferença, façam por um período maior... seguramente obterão alívio!
Se puderem acrescentar vegetais, quando cozidos não mais que 12 a 15 minutos, excelente!
A couve comum quando consumida crua, em forma de salada, p.ex., ajuda na prevenção de úlceras, segundo um antigo (1990/1) “Guia Rural” da Editora Abril.
Por experiência, posso assegurar, que elimina a AZIA, quando consumida regularmente, quase que diariamente. É interessante para quem é usuário contínuo de remédios, como antiinflamatórios.
CHURRASCO: já se falou que a carne vermelha é cancerígena, como também já se disse que o churrasco o é. Parece que o problema está no seguinte: a gordura e suco que pingam da carne durante o assamento, ao entrarem em contato com as brasas, estas liberam substâncias cancerígenas que acabam entrando em contato com a carne que está ali sendo assada.
Há alguns anos era comum vermos, aqui no RS, as chamadas churrasqueiras de apartamento, feitas de lata. Nelas as brasas ficavam embaixo e ao lado de onde se colocava a carne e embaixo desta uma bandeja com água, onde caiam os líquidos que se desprendiam da carne.
Este modelo pode ser feito em alvenaria!
Na hora de preparar a carne, dá um pouco mais de trabalho, o assado, no entanto, fica mais saboroso, e certamente sem as toxinas das brasas.
Segundo ouvi de uma nutricionista, é bastante elevado o número de jovens na faixa dos 20 anos que têm câncer, em função da alimentação, principalmente, da alimentação industrializada.
Saúde nem sempre significa consumir o que é “gostoso” e/ou aquilo que a propaganda diz.
Saúde e felicidade.
NÃO COSTUMO sugerir ou recomendar aquilo que eu não experimentei... pegando pelo outro lado... vou aproveitar este espaço para relatar minha EXPERIÊNCIA PRÓPRIA.
Eliminei o álcool, nem aquele vinho para o coração, nesta nem entrei porque ouvi da boca de um médico(Paulo Argolo) a seguinte frase: por que eu tenho que beber álcool para ter os benefícios que se encontram na uva?
Reduzi drasticamente a gordura. Sem manteiga, sem margarina, sem gordura para preparar carne, sem gordura em biscoitos, bolos, cuca e pães.
Reduzi enormemente o açúcar, hoje, talvez eu consuma 750 gramas por mês.
Reduzi ainda mais o sal, que já havia reduzido há mais de 20 anos, hoje, se muito, consumo 125 gramas por mês.
Eliminei todos aqueles vegetais em cuja produção há emprego generoso de VENENOS (agrotóxicos), como p. ex., o tomate.
Embora a maior parcela de nutrientes esteja nas cascas dos vegetais, lá também se concentram as maiores doses de venenos. Assim, tiro, generosamente, todas as cascas de todos os vegetais cuja procedência eu desconheça, bem como daqueles de origem conhecida onde são empregados agrotóxicos.
Tendo a possibilidade de plantar e colher alguma coisa, como maçã, p.ex., destas aproveito as cascas.
Reduzi a níveis próximos de zero o consumo de carne vermelha. Esta leva de 2 a 3 dias para ser digerida no nosso interior. APODRECE antes de ser eliminada.
SUGESTÃO de São Tomé, ver para crer:
Comigo aconteceu depois de mais de um ano comendo apenas carne branca. Contudo, creio, que seja possível, com menos tempo, perceber uma diferença enorme na nossa popular barriga.
Após NÃO CONSUMIR CARNE VERMELHA por mais de um ano, comi durante dois ou três dias seguidos APENAS CARNE VERMELHA. A diferença foi gritante! Minha barriga ficou estufada e pesada. Ao voltar à carne branca, o alívio foi imediato.
Sugiro, pois, que experimentem por algum tempo, um ou dois meses sem carne vermelha e após 2 ou 3 dias apenas carne vermelha, aí retirem-na novamente. Se não sentirem diferença, façam por um período maior... seguramente obterão alívio!
Se puderem acrescentar vegetais, quando cozidos não mais que 12 a 15 minutos, excelente!
A couve comum quando consumida crua, em forma de salada, p.ex., ajuda na prevenção de úlceras, segundo um antigo (1990/1) “Guia Rural” da Editora Abril.
Por experiência, posso assegurar, que elimina a AZIA, quando consumida regularmente, quase que diariamente. É interessante para quem é usuário contínuo de remédios, como antiinflamatórios.
CHURRASCO: já se falou que a carne vermelha é cancerígena, como também já se disse que o churrasco o é. Parece que o problema está no seguinte: a gordura e suco que pingam da carne durante o assamento, ao entrarem em contato com as brasas, estas liberam substâncias cancerígenas que acabam entrando em contato com a carne que está ali sendo assada.
Há alguns anos era comum vermos, aqui no RS, as chamadas churrasqueiras de apartamento, feitas de lata. Nelas as brasas ficavam embaixo e ao lado de onde se colocava a carne e embaixo desta uma bandeja com água, onde caiam os líquidos que se desprendiam da carne.
Este modelo pode ser feito em alvenaria!
Na hora de preparar a carne, dá um pouco mais de trabalho, o assado, no entanto, fica mais saboroso, e certamente sem as toxinas das brasas.
Segundo ouvi de uma nutricionista, é bastante elevado o número de jovens na faixa dos 20 anos que têm câncer, em função da alimentação, principalmente, da alimentação industrializada.
Saúde nem sempre significa consumir o que é “gostoso” e/ou aquilo que a propaganda diz.
Saúde e felicidade.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
SE MANTER O IMPÉRIO É O DESEJO, EXPLORAR É VITAL, LOGO, CONFUNDIR É PRECISO!
O mundo moderno, que só é moderno se considerarmos os avanços tecnológicos e científicos e a concentração da população em pequenas áreas e moradias.
Do ponto de vista do acesso aos avanços tecnológicos e científicos, estamos tão atrasados quanto há 500 ou mil anos.
Do ponto de vista da concentração da população, como sociedade, apenas regredimos.
De que adianta investirem-se milhões de reais em busca, por exemplo, da cura de certa doença, se, uma vez alcançada, não estará ao alcance de toda a população?
De que adianta o dinheiro do contribuinte ser emprestado ao produtor rural para que haja maior oferta de comida, se a maioria da população tem parcas condições para adquiri-la e parcela considerável, sequer, as tem?
De que adianta falar em democracia, se o que temos é uma ditadura pura, puramente, econômica?
Ditadura econômica nada mais é do que plutocracia.
De que adianta falar em independência, liberdade, emancipação, direito,... se são condições acessíveis à minoria?
Tudo isto só existe do jeito que conhecemos graças à permanente confusão que fazem em nossas cabeças. Para que os poderosos, os donos do Grande Poder Econômico - GPE, possam manter as suas fortunas, inegavelmente, não podem abrir mão da exploração que, historicamente, perpetram contra a maioria da população.
Nos tempos atuais a exploração é, imensamente, facilitada com o uso apropriado dos meios de comunicação. Evidentemente, é necessário manterem uma certa distância da essência dos fatos, do contrário a moderna tarefa de imperar pode voltar-se contra os neo-imperadores. Assim, como ensinou Maquiavel, fazem de tudo para jogarem pessoas sem influências, normalmente, pobres, umas contra as outras, muitas vezes utilizando-se de situações justas e corretas, porém, emprestando-lhes feições distorcidas.
Mencionarei dois exemplos rotineiros onde a essência dos fatos não é apresentada:
1) atribuir como causa dos acidentes de trânsito, em geral, pura e simplesmente, o excesso de velocidade, sem pensar em outras possíveis razões, como, p.ex., carro em más condições, álcool e imperícia, é divulgar uma meia verdade.
2) atribuir as agressões contra mulheres, de maneira simplória, ao machismo (alguém sabe o que é machismo?), sem abordar o meio sócio-econômico-cultural e o consumo de álcool, é outra meia verdade.
Nos dois exemplos, sabemos que há muitos interesses escusos envolvidos e que não podem, para o bem do sistema produtivo-espoliativo, serem abordados. Um destes interesses envolve, nos dois exemplos, o consumo de bebida alcoólica. Outro, ao jogarem homens contra mulheres, com expressões que enaltecem reais ou supostas virtudes de um ou outro, apenas fazem com que os dois se desdobrem para produzir mais, e com isto o empregador tem aumentados seus lucros, sem pagar um centavo a mais.
Assim, para manterem-se no topo da pirâmide social é imperativo que a exploração da mão de obra permaneça e a melhor maneira de conseguir tal é manipular as pessoas, apresentando aquilo que convém, quer ocultando, quer mentindo, mas, confundindo sempre.
Do ponto de vista do acesso aos avanços tecnológicos e científicos, estamos tão atrasados quanto há 500 ou mil anos.
Do ponto de vista da concentração da população, como sociedade, apenas regredimos.
De que adianta investirem-se milhões de reais em busca, por exemplo, da cura de certa doença, se, uma vez alcançada, não estará ao alcance de toda a população?
De que adianta o dinheiro do contribuinte ser emprestado ao produtor rural para que haja maior oferta de comida, se a maioria da população tem parcas condições para adquiri-la e parcela considerável, sequer, as tem?
De que adianta falar em democracia, se o que temos é uma ditadura pura, puramente, econômica?
Ditadura econômica nada mais é do que plutocracia.
De que adianta falar em independência, liberdade, emancipação, direito,... se são condições acessíveis à minoria?
Tudo isto só existe do jeito que conhecemos graças à permanente confusão que fazem em nossas cabeças. Para que os poderosos, os donos do Grande Poder Econômico - GPE, possam manter as suas fortunas, inegavelmente, não podem abrir mão da exploração que, historicamente, perpetram contra a maioria da população.
Nos tempos atuais a exploração é, imensamente, facilitada com o uso apropriado dos meios de comunicação. Evidentemente, é necessário manterem uma certa distância da essência dos fatos, do contrário a moderna tarefa de imperar pode voltar-se contra os neo-imperadores. Assim, como ensinou Maquiavel, fazem de tudo para jogarem pessoas sem influências, normalmente, pobres, umas contra as outras, muitas vezes utilizando-se de situações justas e corretas, porém, emprestando-lhes feições distorcidas.
Mencionarei dois exemplos rotineiros onde a essência dos fatos não é apresentada:
1) atribuir como causa dos acidentes de trânsito, em geral, pura e simplesmente, o excesso de velocidade, sem pensar em outras possíveis razões, como, p.ex., carro em más condições, álcool e imperícia, é divulgar uma meia verdade.
2) atribuir as agressões contra mulheres, de maneira simplória, ao machismo (alguém sabe o que é machismo?), sem abordar o meio sócio-econômico-cultural e o consumo de álcool, é outra meia verdade.
Nos dois exemplos, sabemos que há muitos interesses escusos envolvidos e que não podem, para o bem do sistema produtivo-espoliativo, serem abordados. Um destes interesses envolve, nos dois exemplos, o consumo de bebida alcoólica. Outro, ao jogarem homens contra mulheres, com expressões que enaltecem reais ou supostas virtudes de um ou outro, apenas fazem com que os dois se desdobrem para produzir mais, e com isto o empregador tem aumentados seus lucros, sem pagar um centavo a mais.
Assim, para manterem-se no topo da pirâmide social é imperativo que a exploração da mão de obra permaneça e a melhor maneira de conseguir tal é manipular as pessoas, apresentando aquilo que convém, quer ocultando, quer mentindo, mas, confundindo sempre.
domingo, 29 de agosto de 2010
O ALCANCE DAS CRÍTICAS numa aldeia global
Costumamos criticar a tudo e a todos, do vizinho ao professor, do síndico ao governador, do padre ao feirante, do soldado ao presidente...
Quantos dentre nós, realmente, têm moral, pelo menos, para fazer a maioria das críticas?
Criticamos a prefeitura porque não recolhe o lixo que colocamos na calçada, nem sempre nas horas e dias de recolhimento. Podemos até estar com razão.
Criticamos os motoristas que dirigem embriagados e em excesso de velocidade. E estamos com total razão, pois não respeitam o bom senso e nem a legislação pertinente.
Criticamos os políticos que prometem o paraíso quando pedem nosso voto e dão desculpas quando, no poder, não cumprem a palavra. Outra vez estamos cobertos de razão.
Agora, atentem para o seguinte: a mídia está mostrando a todo instante, nas últimas semanas, as queimadas no Brasil, especialmente, nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.
Assisti entrevistas de dois bombeiros, um do RJ e o outro do MS, smj. Ambos disseram a mesma coisa: tais incêndios, em geral, começam com pequenas queimadas feitas nos quintais de casa. As pessoas queimam lixo e restos vegetais, muitas vezes, conforme observações minhas, em meio à vegetação seca e construções, muitas de madeira e sem se preocuparem se está ventando ou não. Isto é, as pessoas que fazem tais queimadas, além de demonstrarem não terem o devido conhecimento sobre o lixo e os restos vegetais, que podem adubar a terra, mostram um total desrespeito à natureza, aos vizinhos e à legislação. Sim, as leis brasileiras proíbem as queimadas, mesmo essas feitas em quintais e que, segundo bombeiros, são as causas principais das grandes queimadas que estão assolando o Brasil.
Moramos no extremo sul da Região Metropolitana de Porto Alegre, chegando na Lagoa dos Patos. Aqui coletamos a água da chuva para aproveitá-la de diversas formas: dar para os bichos, lavar roupa, limpeza, descarga sanitária, regar plantas,...
Estamos a mais de mil e quinhentos quilômetros das principais queimadas, porém, estamos no prejuízo, pois a água da chuva que tem caído nos últimos dias está preta, vê-se no fundo dos reservatórios a fuligem. Para atendermos às necessidades de água somos obrigados bombear água do poço, gastando energia elétrica, explorando, desnecessariamente, a natureza. Mas as plantas da horta são afetadas com a chuva ácida. Quem vai pagar o prejuízo?
Digamos que os produtores de hortigranjeiros venham a ter diminuída a produção e, consequentemente, aumentem os preços, quem arcará com o gasto a maior que os consumidores terão?
Eu sei, o Poder Público falha na fiscalização da legislação pertinente às queimadas, como falha na fiscalização de tantas outras leis.
Mas, sei também, que eu e muitas outras pessoas não precisamos de legislação e nem de fiscalização para não cometermos tais abusos e inconvenientes. Eu, por exemplo, nunca dirigi bêbado, aliás, nunca estive bêbado, nem antes e nem depois da chamada lei seca.
Até onde os críticos de tudo e de todos têm, verdadeiramente, razão nas suas críticas?
Até onde, quem não respeita às leis, pode jactar-se do direito de criticar, quem quer que seja?
Como vamos sonhar com uma sociedade sem violência, sem criminalidade, sem abusos contra pessoas e contra a natureza, como vamos desejar um mundo onde as pessoas possam fazer a diferença positiva, independentemente, daquilo que a casta dirigente fizer? Como vamos querer políticos corretos, se nós, no que nos compete e guardadas as devidas proporções, não agimos melhor?
Pensem nisto antes de criticarem seus filhos, seus pais, seus vizinhos, seus professores, seus colegas e chefes, seus compatriotas, o síndico do seu condomínio, os dirigentes do seu clube, os funcionários privados e públicos, os empresários, os políticos,... ou não restará outra alternativa que entreolhar-nos e um dizer ao outro: eu sou igual a você.
Saúde e felicidade.
Quantos dentre nós, realmente, têm moral, pelo menos, para fazer a maioria das críticas?
Criticamos a prefeitura porque não recolhe o lixo que colocamos na calçada, nem sempre nas horas e dias de recolhimento. Podemos até estar com razão.
Criticamos os motoristas que dirigem embriagados e em excesso de velocidade. E estamos com total razão, pois não respeitam o bom senso e nem a legislação pertinente.
Criticamos os políticos que prometem o paraíso quando pedem nosso voto e dão desculpas quando, no poder, não cumprem a palavra. Outra vez estamos cobertos de razão.
Agora, atentem para o seguinte: a mídia está mostrando a todo instante, nas últimas semanas, as queimadas no Brasil, especialmente, nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste.
Assisti entrevistas de dois bombeiros, um do RJ e o outro do MS, smj. Ambos disseram a mesma coisa: tais incêndios, em geral, começam com pequenas queimadas feitas nos quintais de casa. As pessoas queimam lixo e restos vegetais, muitas vezes, conforme observações minhas, em meio à vegetação seca e construções, muitas de madeira e sem se preocuparem se está ventando ou não. Isto é, as pessoas que fazem tais queimadas, além de demonstrarem não terem o devido conhecimento sobre o lixo e os restos vegetais, que podem adubar a terra, mostram um total desrespeito à natureza, aos vizinhos e à legislação. Sim, as leis brasileiras proíbem as queimadas, mesmo essas feitas em quintais e que, segundo bombeiros, são as causas principais das grandes queimadas que estão assolando o Brasil.
Moramos no extremo sul da Região Metropolitana de Porto Alegre, chegando na Lagoa dos Patos. Aqui coletamos a água da chuva para aproveitá-la de diversas formas: dar para os bichos, lavar roupa, limpeza, descarga sanitária, regar plantas,...
Estamos a mais de mil e quinhentos quilômetros das principais queimadas, porém, estamos no prejuízo, pois a água da chuva que tem caído nos últimos dias está preta, vê-se no fundo dos reservatórios a fuligem. Para atendermos às necessidades de água somos obrigados bombear água do poço, gastando energia elétrica, explorando, desnecessariamente, a natureza. Mas as plantas da horta são afetadas com a chuva ácida. Quem vai pagar o prejuízo?
Digamos que os produtores de hortigranjeiros venham a ter diminuída a produção e, consequentemente, aumentem os preços, quem arcará com o gasto a maior que os consumidores terão?
Eu sei, o Poder Público falha na fiscalização da legislação pertinente às queimadas, como falha na fiscalização de tantas outras leis.
Mas, sei também, que eu e muitas outras pessoas não precisamos de legislação e nem de fiscalização para não cometermos tais abusos e inconvenientes. Eu, por exemplo, nunca dirigi bêbado, aliás, nunca estive bêbado, nem antes e nem depois da chamada lei seca.
Até onde os críticos de tudo e de todos têm, verdadeiramente, razão nas suas críticas?
Até onde, quem não respeita às leis, pode jactar-se do direito de criticar, quem quer que seja?
Como vamos sonhar com uma sociedade sem violência, sem criminalidade, sem abusos contra pessoas e contra a natureza, como vamos desejar um mundo onde as pessoas possam fazer a diferença positiva, independentemente, daquilo que a casta dirigente fizer? Como vamos querer políticos corretos, se nós, no que nos compete e guardadas as devidas proporções, não agimos melhor?
Pensem nisto antes de criticarem seus filhos, seus pais, seus vizinhos, seus professores, seus colegas e chefes, seus compatriotas, o síndico do seu condomínio, os dirigentes do seu clube, os funcionários privados e públicos, os empresários, os políticos,... ou não restará outra alternativa que entreolhar-nos e um dizer ao outro: eu sou igual a você.
Saúde e felicidade.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
É POR DEBAIXO DOS PANOS QUE TUDO ACONTECE
Como canta Ney Matogrosso, é por debaixo dos panos que as coisas acontecem.
Já pensaram quanto custaria uma consulta médica particular, caso a Saúde Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria o seguro contra roubo de automóvel, caso a Segurança Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria a mensalidade da escola particular, caso a Escola Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria o pedágio nas rodovias privatizadas, caso o Poder Público nos desse vias alternativas de razoável qualidade?
Isso tudo com que convivemos não é obra APENAS desse ou daquele político, desse ou daquele partido ou desse ou daquele governo (ou governante).
Isso vem desde SEMPRE e é essa situação que tem se mantido imutável, independentemente, de pessoa ou facção política que ocupa o governo, que leva, inequivocamente, a buscarmos as causas dos DEFICIENTES SERVIÇOS PÚBLICOS fora da esfera, meramente, governamental.
Um exemplo disso é o que está em jornais, no dia de hoje, a respeito de um município catarinense: DEZ (10) pessoas sonegadoras de IPTU devem mais de DOZE (12) MILHÕES ao Erário Municipal. Certamente, não são pessoas que residem em bairros operários e nem pequenos e médios empresários.
É por isso que a mídia nos diz, rotineira e sistematicamente, que através do voto nós vamos aprimorar a democracia (que demagogia!) e que precisamos votar no melhor candidato, procurar nos informar sobre a sua vida pregressa e acompanhar sua vida parlamentar (e a de executivo?).
O que a mídia não pode dizer (igual às pessoas que nunca sabem nada para informar à polícia sobre crimes que viram) é a verdade, pois ela depende das pessoas influentes que fazem do erário público, do dinheiro do contribuinte, uma extensão do seu e bem mais extensa do que o seu dinheiro original e inicial.
Ao invés de pesquisarmos apenas a vida pregressa de cada candidato, por que não vamos também pesquisar a vida pregressa e a origem real das fortunas daqueles que sempre estiveram dando as cartas na esfera política, judiciária e econômica? E que são os mesmos que patrocinam a mídia e as campanhas eleitorais.
Já pensaram quanto o(s) particular(es) envolvido(s) com o juiz Lalau levou(aram)? Se o juiz levou quase 200 milhões, por certo, o(s) beneficiado(s) privado(s) ganhou muito mais.
Observem os valores anunciados, oficialmente, de qualquer obra pública, em qualquer governo, independentemente, do partido que esteja no poder. Depois façam um orçamento, provavelmente, verão que as mesmas podem custar muito menos, serem bem mais baratas, logo, daria para fazer mais e melhores obras com o mesmo dinheiro.
Recentemente foi mostrada na televisão uma escola pública construída no interior do RS que, após meio ano de funcionamento, estava toda escorada para não cair e foi interditada.
Vejamos, a reforma do Maracanã, que reduzirá sua lotação para menos de 50 mil pessoas, para a Copa de 2014, custará quase 800 milhões de reais, conforme divulgado... por enquanto.
A construção da Arena do Grêmio de Porto Alegre é anunciada por cerca de 400 milhões de reais, para mais de 50 mil torcedores.
A reforma do Beira Rio, do Inter, fora anunciada por 80 milhões de reais, mas quando surgiram informações que o Governo Federal decretaria isenções, passou a ser divulgado um montante de 130 milhões de reais.
Não parece que há algo errado nessas contas?
Onde tem particular construindo com dinheiro público, direto ou com isenções tributárias, tudo parece ser mais caro do que onde tem particular construindo com dinheiro particular e sem isenções.
Parece-me tudo tão estranho, ou eu estou equivocado?
Contudo, se pegarmos apenas o que é divulgado e pararmos para analisar, facilmente, veremos, enxergaremos e detectaremos que algo há, por debaixo dos panos que guardam os cofres públicos, que não pode aparecer, que não pode ser divulgado. Por que será?
Saúde e felicidade.
Já pensaram quanto custaria uma consulta médica particular, caso a Saúde Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria o seguro contra roubo de automóvel, caso a Segurança Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria a mensalidade da escola particular, caso a Escola Pública funcionasse a contento?
Já pensaram quanto custaria o pedágio nas rodovias privatizadas, caso o Poder Público nos desse vias alternativas de razoável qualidade?
Isso tudo com que convivemos não é obra APENAS desse ou daquele político, desse ou daquele partido ou desse ou daquele governo (ou governante).
Isso vem desde SEMPRE e é essa situação que tem se mantido imutável, independentemente, de pessoa ou facção política que ocupa o governo, que leva, inequivocamente, a buscarmos as causas dos DEFICIENTES SERVIÇOS PÚBLICOS fora da esfera, meramente, governamental.
Um exemplo disso é o que está em jornais, no dia de hoje, a respeito de um município catarinense: DEZ (10) pessoas sonegadoras de IPTU devem mais de DOZE (12) MILHÕES ao Erário Municipal. Certamente, não são pessoas que residem em bairros operários e nem pequenos e médios empresários.
É por isso que a mídia nos diz, rotineira e sistematicamente, que através do voto nós vamos aprimorar a democracia (que demagogia!) e que precisamos votar no melhor candidato, procurar nos informar sobre a sua vida pregressa e acompanhar sua vida parlamentar (e a de executivo?).
O que a mídia não pode dizer (igual às pessoas que nunca sabem nada para informar à polícia sobre crimes que viram) é a verdade, pois ela depende das pessoas influentes que fazem do erário público, do dinheiro do contribuinte, uma extensão do seu e bem mais extensa do que o seu dinheiro original e inicial.
Ao invés de pesquisarmos apenas a vida pregressa de cada candidato, por que não vamos também pesquisar a vida pregressa e a origem real das fortunas daqueles que sempre estiveram dando as cartas na esfera política, judiciária e econômica? E que são os mesmos que patrocinam a mídia e as campanhas eleitorais.
Já pensaram quanto o(s) particular(es) envolvido(s) com o juiz Lalau levou(aram)? Se o juiz levou quase 200 milhões, por certo, o(s) beneficiado(s) privado(s) ganhou muito mais.
Observem os valores anunciados, oficialmente, de qualquer obra pública, em qualquer governo, independentemente, do partido que esteja no poder. Depois façam um orçamento, provavelmente, verão que as mesmas podem custar muito menos, serem bem mais baratas, logo, daria para fazer mais e melhores obras com o mesmo dinheiro.
Recentemente foi mostrada na televisão uma escola pública construída no interior do RS que, após meio ano de funcionamento, estava toda escorada para não cair e foi interditada.
Vejamos, a reforma do Maracanã, que reduzirá sua lotação para menos de 50 mil pessoas, para a Copa de 2014, custará quase 800 milhões de reais, conforme divulgado... por enquanto.
A construção da Arena do Grêmio de Porto Alegre é anunciada por cerca de 400 milhões de reais, para mais de 50 mil torcedores.
A reforma do Beira Rio, do Inter, fora anunciada por 80 milhões de reais, mas quando surgiram informações que o Governo Federal decretaria isenções, passou a ser divulgado um montante de 130 milhões de reais.
Não parece que há algo errado nessas contas?
Onde tem particular construindo com dinheiro público, direto ou com isenções tributárias, tudo parece ser mais caro do que onde tem particular construindo com dinheiro particular e sem isenções.
Parece-me tudo tão estranho, ou eu estou equivocado?
Contudo, se pegarmos apenas o que é divulgado e pararmos para analisar, facilmente, veremos, enxergaremos e detectaremos que algo há, por debaixo dos panos que guardam os cofres públicos, que não pode aparecer, que não pode ser divulgado. Por que será?
Saúde e felicidade.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
ELEIÇÕES: vote no melhor candidato!
Após longos anos de observações e estudos conclui que o problema da política e da economia não está nos políticos em si, mas, sim, no sistema político-econômico, que funciona do modo que conhecemos, com todas as penúrias que, rotineiramente, vemos e sentimos. O funcionamento da economia brasileira, em particular, e a do mundo, em geral, visam beneficiar a poucas pessoas. Tem por meta dar todo conforto e luxo, que representa poder, no sentido mais amplo, àqueles que estão no topo, não ao natural e nem por casualidade, da pirâmide social.
Nesse contexto, a própria pessoa de bem, com todas as boas intenções do mundo, que se aventurar na política e obtiver êxito em eleições, acabará refém do sistema. Como disse há 30 anos um conhecido homem público gaúcho: entra honesto, mas, lá, ou se vende ou sobra. Ou podemos comparar o que disse o ex-deputado Lula (chamou seus pares da Câmara Federal de 300 picaretas) com as denúncias contra o seu governo. Basta atentarmos às denúncias apresentadas na e pela mídia: sempre há empresas privadas e pessoas particulares levando vantagens em toda pilantragem que ocorre no setor público, ou seja, os políticos estão lá para beneficiarem a população do topo da pirâmide, não a base, nem a todos, e de sobra, é óbvio, levam o deles.
Por isso que eu venho sustentando que, DE FATO, o mundo está sob sistema político-econômico PLUTOCRÁTICO, nem de longe democrático, como diz a lavagem cerebral levada a efeito diariamente.
(No alto à direita do blogue há definições de cada sistema.)
Dito isso vou fazer uma alegoria no que concerne à propaganda direta e indireta que diz que devemos votar no melhor candidato.
Todos já vimos e conhecemos aqueles automóveis velhos e mal conservados que só pegam no tranco.
O cidadão, depois de muito empurrar sua lata velha, junta uns trocados e vai ao mecânico, e este dá a receita, o veredito: é preciso RENOVAR a lataria.
O cidadão aceita.
Lataria renovada e ... para o carro pegar ... tudo continua como antes: só no tranco.
Nova visita ao mecânico e nova receita: ESCOLHER O MELHOR motorista.
Conversa vai, conversa vem e, num passe de mágica, aparece, redivivo, Airton Senna, assume o volante mas, ... pegar só no tranco ...
Enquanto o sistema político-econômico continuar com a sua implacável PERVERSIDADE, continuará, também, a engolir todo ser humano de bem que se aventurar a entrar na política. Acreditem ou não, porém, esta é a grande verdade.
De nada adiantará renovar a lataria e colocar o melhor motorista, se o motor não for REFORMADO.
Da mesma forma, de nada adiantará modificação na legislação eleitoral, se o FUNCIONAMENTO da ECONOMIA não for reformado, de modo que, DE FATO, o Brasil e o mundo venham a ser DEMOCRÁTICOS para TODA A POPULAÇÃO, já que democracia apenas para alguns é a mais atroz escravidão.
Saúde e felicidade.
Nesse contexto, a própria pessoa de bem, com todas as boas intenções do mundo, que se aventurar na política e obtiver êxito em eleições, acabará refém do sistema. Como disse há 30 anos um conhecido homem público gaúcho: entra honesto, mas, lá, ou se vende ou sobra. Ou podemos comparar o que disse o ex-deputado Lula (chamou seus pares da Câmara Federal de 300 picaretas) com as denúncias contra o seu governo. Basta atentarmos às denúncias apresentadas na e pela mídia: sempre há empresas privadas e pessoas particulares levando vantagens em toda pilantragem que ocorre no setor público, ou seja, os políticos estão lá para beneficiarem a população do topo da pirâmide, não a base, nem a todos, e de sobra, é óbvio, levam o deles.
Por isso que eu venho sustentando que, DE FATO, o mundo está sob sistema político-econômico PLUTOCRÁTICO, nem de longe democrático, como diz a lavagem cerebral levada a efeito diariamente.
(No alto à direita do blogue há definições de cada sistema.)
Dito isso vou fazer uma alegoria no que concerne à propaganda direta e indireta que diz que devemos votar no melhor candidato.
Todos já vimos e conhecemos aqueles automóveis velhos e mal conservados que só pegam no tranco.
O cidadão, depois de muito empurrar sua lata velha, junta uns trocados e vai ao mecânico, e este dá a receita, o veredito: é preciso RENOVAR a lataria.
O cidadão aceita.
Lataria renovada e ... para o carro pegar ... tudo continua como antes: só no tranco.
Nova visita ao mecânico e nova receita: ESCOLHER O MELHOR motorista.
Conversa vai, conversa vem e, num passe de mágica, aparece, redivivo, Airton Senna, assume o volante mas, ... pegar só no tranco ...
Enquanto o sistema político-econômico continuar com a sua implacável PERVERSIDADE, continuará, também, a engolir todo ser humano de bem que se aventurar a entrar na política. Acreditem ou não, porém, esta é a grande verdade.
De nada adiantará renovar a lataria e colocar o melhor motorista, se o motor não for REFORMADO.
Da mesma forma, de nada adiantará modificação na legislação eleitoral, se o FUNCIONAMENTO da ECONOMIA não for reformado, de modo que, DE FATO, o Brasil e o mundo venham a ser DEMOCRÁTICOS para TODA A POPULAÇÃO, já que democracia apenas para alguns é a mais atroz escravidão.
Saúde e felicidade.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
ACIDENTES DE TRÂNSITO OU PENA DE MORTE INSTITUCIONALIZADA?
Todas as segundas-feiras deparamo-nos com a divulgação de mortes produzidas, em escala homérica, no final de semana pelo trânsito.
O repetir do fato e a inoperância lúcida e efetiva do Estado causam profunda estranheza em mim.
Ao que consta cabe ao Poder Público ditar leis e fiscalizar o seu cumprimento. Cabe também ao Poder Público zelar pelo bem-estar de toda a população.
Ao que consta os ocupantes de cargos públicos têm a obrigação moral da HONESTIDADE e da SINCERIDADE.
Tanto quanto eu sei no Brasil não temos instituída, legalmente, a pena de morte, mas na prática...
Por que, então, permite-se que tantos morram nas filas da saúde, em acidentes de trabalho e de trânsito? Sem falar daqueles que morrem fruto dos negócios do submundo, especialmente, os envolvidos com drogas.
A questão do TRÂNSITO é muito clara: o código de trânsito que obriga que seja feita a divulgação de onde haverá fiscalização, mostra-se do lado dos infratores, logo, é uma FARSA... faça o que digo, mas não o que faço.. logo, FALSO! Tão falso quanto a legislação que diz que todos os brasileiros tem os mesmos direitos.
Aí eu pergunto: meros acidentes ou a pena de morte institucionalizada?
Os números assustadores que o trânsito nos mostra, seguramente, seriam facilmente reduzíveis com algumas medidas banais, como, por exemplo, maior rigor na concessão da CNH e fiscalização efetiva nas vias públicas. Viaturas rodando nas estradas, 24 horas por dia, com policiais preparados e bem equipados/armados, reduziriam os acidentes e, de sobra, dificultariam a circulação de drogas, contrabando em geral e, em especial, de armas, bem como assaltos de toda natureza. Haveria um obstáculo para o deslocamento de assaltantes de bancos para pequenas e desguarnecidas comunidades. E o custo disso, muito provavelmente, não seria maior - talvez até menor - do que custam as operações de combate, midiático, à criminalidade.
Todos que concordarem e desejarem divulgar este texto têm, plena e total, liberdade para fazê-lo.
Saúde e felicidade.
O repetir do fato e a inoperância lúcida e efetiva do Estado causam profunda estranheza em mim.
Ao que consta cabe ao Poder Público ditar leis e fiscalizar o seu cumprimento. Cabe também ao Poder Público zelar pelo bem-estar de toda a população.
Ao que consta os ocupantes de cargos públicos têm a obrigação moral da HONESTIDADE e da SINCERIDADE.
Tanto quanto eu sei no Brasil não temos instituída, legalmente, a pena de morte, mas na prática...
Por que, então, permite-se que tantos morram nas filas da saúde, em acidentes de trabalho e de trânsito? Sem falar daqueles que morrem fruto dos negócios do submundo, especialmente, os envolvidos com drogas.
A questão do TRÂNSITO é muito clara: o código de trânsito que obriga que seja feita a divulgação de onde haverá fiscalização, mostra-se do lado dos infratores, logo, é uma FARSA... faça o que digo, mas não o que faço.. logo, FALSO! Tão falso quanto a legislação que diz que todos os brasileiros tem os mesmos direitos.
Aí eu pergunto: meros acidentes ou a pena de morte institucionalizada?
Os números assustadores que o trânsito nos mostra, seguramente, seriam facilmente reduzíveis com algumas medidas banais, como, por exemplo, maior rigor na concessão da CNH e fiscalização efetiva nas vias públicas. Viaturas rodando nas estradas, 24 horas por dia, com policiais preparados e bem equipados/armados, reduziriam os acidentes e, de sobra, dificultariam a circulação de drogas, contrabando em geral e, em especial, de armas, bem como assaltos de toda natureza. Haveria um obstáculo para o deslocamento de assaltantes de bancos para pequenas e desguarnecidas comunidades. E o custo disso, muito provavelmente, não seria maior - talvez até menor - do que custam as operações de combate, midiático, à criminalidade.
Todos que concordarem e desejarem divulgar este texto têm, plena e total, liberdade para fazê-lo.
Saúde e felicidade.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
DROGAS: traficante ou usuário, quem nasceu primeiro?
O traficante não produz o usuário de drogas mas, sim, surge em função deste.
O traficante de drogas é como o supermercadista, sem consumidores, simplesmente, não existe.
O usuário de drogas, com ou sem traficantes, dará um jeito de encontrar o seu lenitivo, aliás, ao que consta, a primeira droga que é experimentada e social e legalmente aceita, a despeito de todas as consequências devastadoras que produz, é o álcool.
Recordemos o que aconteceu na antiga União Soviética, em seus últimos anos: proibiram a vodca, e os consumidores passaram a fabricá-la clandestinamente e sem maiores cuidados, o que provocou muitas mortes por intoxicação, o que fez o Governo liberá-la novamente.
Seguramente seria mais barato para o Erário Público cuidar da saúde mental da população do que, ciclicamente, investir, midiaticamente, no combate ao tráfico de entorpecentes. O que todo mundo já viu e sabe que não reduz o consumo.
Parece-me que isto é apenas mais uma forma que o Poder Público usa para jogar areia nos nossos olhos: faz de conta que faz, contudo, não faz o que deveria DE FATO fazer, que é cuidar da SAÚDE MENTAL das pessoas. Também pudera, se sequer cuidam dignamente da saúde física!
O traficante de drogas é como o supermercadista, sem consumidores, simplesmente, não existe.
O usuário de drogas, com ou sem traficantes, dará um jeito de encontrar o seu lenitivo, aliás, ao que consta, a primeira droga que é experimentada e social e legalmente aceita, a despeito de todas as consequências devastadoras que produz, é o álcool.
Recordemos o que aconteceu na antiga União Soviética, em seus últimos anos: proibiram a vodca, e os consumidores passaram a fabricá-la clandestinamente e sem maiores cuidados, o que provocou muitas mortes por intoxicação, o que fez o Governo liberá-la novamente.
Seguramente seria mais barato para o Erário Público cuidar da saúde mental da população do que, ciclicamente, investir, midiaticamente, no combate ao tráfico de entorpecentes. O que todo mundo já viu e sabe que não reduz o consumo.
Parece-me que isto é apenas mais uma forma que o Poder Público usa para jogar areia nos nossos olhos: faz de conta que faz, contudo, não faz o que deveria DE FATO fazer, que é cuidar da SAÚDE MENTAL das pessoas. Também pudera, se sequer cuidam dignamente da saúde física!
quarta-feira, 28 de julho de 2010
COMO CRIAR UMA PESSOA PROBLEMÁTICA
(adaptação de texto, supostamente, publicado em revista policial do Texas em 1974)
1) Na infância dê tudo que seu filho pedir. Quando for maior acreditará que as pessoas têm a obrigação de atender a todos os seus desejos.
2) Quando seu filho disser palavrões, ria bastante, ache muita graça, assim ele considerar-se-á interessante.
3) Nunca converse com seu filho. Nunca fale com ele sobre respeito ao próximo, sobre ética, honestidade, bons modos. Confie que apenas o seu exemplo será o suficiente.
4) Apanhe tudo que ele deixar jogado pela casa: livros, tênis, roupas, etc. Assim ele aprenderá que toda a responsabilidade é dos outros.
5) Discuta com frequência na presença dele. Brigue e agrida seu cônjuge moral e fisicamente. Fume e consuma bebida alcoólica na frente dele e/ou chegue bêbado em casa.
6) Dê-lhe o dinheiro que quiser, não permita que trabalhe para obtê-lo. Porque ele não precisa passar pelas dificuldades pelas quais você passou.
7) Satisfaça todos os seus desejos de comida, divertimento, bebida e conforto, para evitar que tenha alguma frustração.
8) Sempre defenda ele contra coleguinhas, vizinhos, professores e autoridades. Assim ele terá certeza que os outros têm má vontade com ele e que ele nada faz de errado.
9) Quando aprontar algo sério, racionalize: nunca consegui dominá-lo.
10) Prepare-se para uma vida de muitos desgostos, frustrações e problemas.
Em preferindo uma educação de equilíbrio, respeito e bons modos,
Saúde e felicidade.
1) Na infância dê tudo que seu filho pedir. Quando for maior acreditará que as pessoas têm a obrigação de atender a todos os seus desejos.
2) Quando seu filho disser palavrões, ria bastante, ache muita graça, assim ele considerar-se-á interessante.
3) Nunca converse com seu filho. Nunca fale com ele sobre respeito ao próximo, sobre ética, honestidade, bons modos. Confie que apenas o seu exemplo será o suficiente.
4) Apanhe tudo que ele deixar jogado pela casa: livros, tênis, roupas, etc. Assim ele aprenderá que toda a responsabilidade é dos outros.
5) Discuta com frequência na presença dele. Brigue e agrida seu cônjuge moral e fisicamente. Fume e consuma bebida alcoólica na frente dele e/ou chegue bêbado em casa.
6) Dê-lhe o dinheiro que quiser, não permita que trabalhe para obtê-lo. Porque ele não precisa passar pelas dificuldades pelas quais você passou.
7) Satisfaça todos os seus desejos de comida, divertimento, bebida e conforto, para evitar que tenha alguma frustração.
8) Sempre defenda ele contra coleguinhas, vizinhos, professores e autoridades. Assim ele terá certeza que os outros têm má vontade com ele e que ele nada faz de errado.
9) Quando aprontar algo sério, racionalize: nunca consegui dominá-lo.
10) Prepare-se para uma vida de muitos desgostos, frustrações e problemas.
Em preferindo uma educação de equilíbrio, respeito e bons modos,
Saúde e felicidade.
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