segunda-feira, 27 de setembro de 2010

COMO ESCOLHER O MELHOR CANDIDATO?

A mídia sempre nos coloca como culpados pela zorra que predomina em todos os governos. Afinal, em épocas eleitorais, repete à exaustão que os eleitores devem escolher os melhores candidatos.

Que os eleitores colocassem no poder apenas políticos como, p. ex., a Madre Teresa de Calcutá. O que aconteceria? Ou estes políticos seriam cooptados ou depostos, pois o sistema político-econômico não foi feito para pessoas honestas mas, sim, para quem estiver disposto a fazer o jogo que interessa aos donos do Grande Poder Econômico.

Bem, para quem estiver disposto a votar no melhor, entendendo como tal, o não comprometido ou o menos comprometido, eu aconselho o seguinte: PESQUISE QUEM É O PATROCINADOR OU QUEM SÃO OS PATROCINADORES DO SEU CANDIDATO. Feito isto, PESQUISE A ORIGEM PRIMÁRIA DO DINHEIRO ALCANÇADO AO SEU CANDIDATO PARA QUE ESTE FAÇA SUA CAMPANHA.

Como regra geral, pelo menos, toda grande corrupção tem origem nos patrocínios das campanhas eleitorais.

Saúde e felicidade.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Lavagem cerebral, ingenuidade ou cobra mandada?

Fico a escutar aqui e ali, leio aqui e ali, pessoas atribuindo situações como a chamada democracia e a estabilidade econômica do Brasil a esta ou aquela pessoa, a este ou aquele grupo de pessoas, como partidos políticos, os caras-pintadas, ou o povo.

Reflitamos:

Após a 2ª guerra mundial e os seus desdobramentos, a América do Sul foi permeada de golpes de estado, de ditaduras militares (o correto seria cívico-militares).

A partir dos anos 60 a inflação nestes países passou a galgar índices cada vez mais elevados. Chegando na Argentina e no Brasil, p.ex., à hiperinflação.

A partir dos anos 80, as ditaduras, gradativamente, foram sendo extintas.

A partir dos anos 90, as elevadas inflações, gradativamente, foram sendo extintas.

Nas duas situações a mídia que é patrocinada pelo Grande Poder Econômico - GPE, passa a falar, sistemática e rotineiramente, em estabilidade política e econômica, além de globalização.

A par disso, a programação das tevês, paulatinamente, vai se tornando mais violenta.

O GPE através da mídia, diariamente pratica a mais abjeta lavagem cerebral, com informações distorcidas, notícias plantadas, enfim, com mentiras. Isto faz que seja cada vez menor o número de pessoas que consegue enxergar algo próximo da realidade, pessoas que conseguem ver os acontecimentos com o mínimo dessa influência, propositadamente, deletéria.

A quem for possível e, logicamente, tiver interesse em pensar em algo diferente daquilo que o GPE nos conta, eu lanço a seguinte pergunta:

- Não é possível, ao menos, cogitarmos a existência de alguém ou um grupo de pessoas com maior poder de mando que determina o que deve ser feito, se não em todo mundo, pelo menos num subcontinente, quando num curto período em diferentes países, com diferentes seguimentos ideológicos e interesses, trocam-se regimes totalitários pelas chamadas democracias e hiperinflações por estabilidade econômica? Sem contar outras semelhanças.

Saúde e felicidade.

sábado, 4 de setembro de 2010

POR EXPERIÊNCIA PRÓPRIA...

Não sou radical no que concerne a minha alimentação, todavia, por algumas casualidades acabei abolindo e reduzindo do meu consumo algumas substâncias... o resultado foi muito interessante. O trono, por exemplo, não é mais escritório, quando muito, caixa, aonde chego, pago e vou embora.

NÃO COSTUMO sugerir ou recomendar aquilo que eu não experimentei... pegando pelo outro lado... vou aproveitar este espaço para relatar minha EXPERIÊNCIA PRÓPRIA.

Eliminei o álcool, nem aquele vinho para o coração, nesta nem entrei porque ouvi da boca de um médico(Paulo Argolo) a seguinte frase: por que eu tenho que beber álcool para ter os benefícios que se encontram na uva?

Reduzi drasticamente a gordura. Sem manteiga, sem margarina, sem gordura para preparar carne, sem gordura em biscoitos, bolos, cuca e pães.

Reduzi enormemente o açúcar, hoje, talvez eu consuma 750 gramas por mês.

Reduzi ainda mais o sal, que já havia reduzido há mais de 20 anos, hoje, se muito, consumo 125 gramas por mês.

Eliminei todos aqueles vegetais em cuja produção há emprego generoso de VENENOS (agrotóxicos), como p. ex., o tomate.

Embora a maior parcela de nutrientes esteja nas cascas dos vegetais, lá também se concentram as maiores doses de venenos. Assim, tiro, generosamente, todas as cascas de todos os vegetais cuja procedência eu desconheça, bem como daqueles de origem conhecida onde são empregados agrotóxicos.

Tendo a possibilidade de plantar e colher alguma coisa, como maçã, p.ex., destas aproveito as cascas.

Reduzi a níveis próximos de zero o consumo de carne vermelha. Esta leva de 2 a 3 dias para ser digerida no nosso interior. APODRECE antes de ser eliminada.

SUGESTÃO de São Tomé, ver para crer:

Comigo aconteceu depois de mais de um ano comendo apenas carne branca. Contudo, creio, que seja possível, com menos tempo, perceber uma diferença enorme na nossa popular barriga.

Após NÃO CONSUMIR CARNE VERMELHA por mais de um ano, comi durante dois ou três dias seguidos APENAS CARNE VERMELHA. A diferença foi gritante! Minha barriga ficou estufada e pesada. Ao voltar à carne branca, o alívio foi imediato.

Sugiro, pois, que experimentem por algum tempo, um ou dois meses sem carne vermelha e após 2 ou 3 dias apenas carne vermelha, aí retirem-na novamente. Se não sentirem diferença, façam por um período maior... seguramente obterão alívio!

Se puderem acrescentar vegetais, quando cozidos não mais que 12 a 15 minutos, excelente!

A couve comum quando consumida crua, em forma de salada, p.ex., ajuda na prevenção de úlceras, segundo um antigo (1990/1) “Guia Rural” da Editora Abril.

Por experiência, posso assegurar, que elimina a AZIA, quando consumida regularmente, quase que diariamente. É interessante para quem é usuário contínuo de remédios, como antiinflamatórios.

CHURRASCO: já se falou que a carne vermelha é cancerígena, como também já se disse que o churrasco o é. Parece que o problema está no seguinte: a gordura e suco que pingam da carne durante o assamento, ao entrarem em contato com as brasas, estas liberam substâncias cancerígenas que acabam entrando em contato com a carne que está ali sendo assada.

Há alguns anos era comum vermos, aqui no RS, as chamadas churrasqueiras de apartamento, feitas de lata. Nelas as brasas ficavam embaixo e ao lado de onde se colocava a carne e embaixo desta uma bandeja com água, onde caiam os líquidos que se desprendiam da carne.

Este modelo pode ser feito em alvenaria!

Na hora de preparar a carne, dá um pouco mais de trabalho, o assado, no entanto, fica mais saboroso, e certamente sem as toxinas das brasas.

Segundo ouvi de uma nutricionista, é bastante elevado o número de jovens na faixa dos 20 anos que têm câncer, em função da alimentação, principalmente, da alimentação industrializada.

Saúde nem sempre significa consumir o que é “gostoso” e/ou aquilo que a propaganda diz.

Saúde e felicidade.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

SE MANTER O IMPÉRIO É O DESEJO, EXPLORAR É VITAL, LOGO, CONFUNDIR É PRECISO!

O mundo moderno, que só é moderno se considerarmos os avanços tecnológicos e científicos e a concentração da população em pequenas áreas e moradias.

Do ponto de vista do acesso aos avanços tecnológicos e científicos, estamos tão atrasados quanto há 500 ou mil anos.

Do ponto de vista da concentração da população, como sociedade, apenas regredimos.

De que adianta investirem-se milhões de reais em busca, por exemplo, da cura de certa doença, se, uma vez alcançada, não estará ao alcance de toda a população?

De que adianta o dinheiro do contribuinte ser emprestado ao produtor rural para que haja maior oferta de comida, se a maioria da população tem parcas condições para adquiri-la e parcela considerável, sequer, as tem?

De que adianta falar em democracia, se o que temos é uma ditadura pura, puramente, econômica?

Ditadura econômica nada mais é do que plutocracia.

De que adianta falar em independência, liberdade, emancipação, direito,... se são condições acessíveis à minoria?

Tudo isto só existe do jeito que conhecemos graças à permanente confusão que fazem em nossas cabeças. Para que os poderosos, os donos do Grande Poder Econômico - GPE, possam manter as suas fortunas, inegavelmente, não podem abrir mão da exploração que, historicamente, perpetram contra a maioria da população.

Nos tempos atuais a exploração é, imensamente, facilitada com o uso apropriado dos meios de comunicação. Evidentemente, é necessário manterem uma certa distância da essência dos fatos, do contrário a moderna tarefa de imperar pode voltar-se contra os neo-imperadores. Assim, como ensinou Maquiavel, fazem de tudo para jogarem pessoas sem influências, normalmente, pobres, umas contra as outras, muitas vezes utilizando-se de situações justas e corretas, porém, emprestando-lhes feições distorcidas.

Mencionarei dois exemplos rotineiros onde a essência dos fatos não é apresentada:

1) atribuir como causa dos acidentes de trânsito, em geral, pura e simplesmente, o excesso de velocidade, sem pensar em outras possíveis razões, como, p.ex., carro em más condições, álcool e imperícia, é divulgar uma meia verdade.

2) atribuir as agressões contra mulheres, de maneira simplória, ao machismo (alguém sabe o que é machismo?), sem abordar o meio sócio-econômico-cultural e o consumo de álcool, é outra meia verdade.

Nos dois exemplos, sabemos que há muitos interesses escusos envolvidos e que não podem, para o bem do sistema produtivo-espoliativo, serem abordados. Um destes interesses envolve, nos dois exemplos, o consumo de bebida alcoólica. Outro, ao jogarem homens contra mulheres, com expressões que enaltecem reais ou supostas virtudes de um ou outro, apenas fazem com que os dois se desdobrem para produzir mais, e com isto o empregador tem aumentados seus lucros, sem pagar um centavo a mais.

Assim, para manterem-se no topo da pirâmide social é imperativo que a exploração da mão de obra permaneça e a melhor maneira de conseguir tal é manipular as pessoas, apresentando aquilo que convém, quer ocultando, quer mentindo, mas, confundindo sempre.